Retalhos de músicas de todos os dias.
"Ainda bem que sempre existe outro dia.
E outros sonhos.
E outros risos.
E outras coisas.
Ainda bem que existe uma música para cada dia."
segunda-feira, 5 de novembro de 2018
quarta-feira, 26 de abril de 2017
terça-feira, 28 de março de 2017
sexta-feira, 24 de março de 2017
quinta-feira, 23 de março de 2017
quarta-feira, 22 de março de 2017
terça-feira, 14 de março de 2017

Quem
dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. O último
pra esquecer tolices. O último para ignorar o que, no fim das contas,
não tem a menor importância. O último para rir até o coração dançar. O
último para chorar toda dor que não transbordou e virou nódoa no tecido
da vida. O último para deixar o coração aprontar todas as artes que
quiser. O último para ser útil em toda circunstância que me for
possível. O último para não deixar o tempo escoar inutilmente entre os
dedos das horas.
Quem
dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. O último
para me maravilhar diante de cada expressão da natureza com o olhar
demorado de quem olha pela primeira vez. O último para ouvir aquela
música que acende sóis por toda a extensão da minha alma. O último para
ler, de novo, o poema que diz tanto de mim que eu me sinto caber nos
olhos do poeta que o escreveu. O último para desembaraçar os fios
emaranhados dos medos que me acompanham.
Quem
dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último. Eu não
perderia uma chance para me presentear com os agrados que me nutrem. Eu
criaria mais oportunidades para dizer o meu amor. Para expressar a minha
admiração. Para destacar para cada pessoa a beleza singular que ela
tem. Para compartilhar. Eu não adiaria delicadezas. Não pouparia
compreensão. Não desperdiçaria energia com perigos imaginários e com uma
série de bobagens que só me afastam da vida.
Quem dera eu aprendesse a viver cada dia como se fosse o último, porque
pode ser.
ana jácomo
quinta-feira, 9 de março de 2017
quarta-feira, 8 de março de 2017
Dia Internacional da Mulher

O trio visionário atravessou
todas as barreiras de gênero e raça para inspirar gerações para sonhar
grande.
Estrelas Além do Tempo - se destaca ao não apostar no vitimismo de suas protagonistas.
Seria muito fácil, com uma história assim, ficar no sofrimento oriundo
do preconceito. Ao invés disso, a trama mostra que cada derrota faz com
que elas tenham mais vontade de lutar, mais vontade de serem aceitas,
mais vontade de verem seu trabalho dar certo. E lembrar que tudo isso é
baseado em uma história real só torna essas atitudes ainda mais
admiráveis.
segunda-feira, 6 de março de 2017
quarta-feira, 1 de março de 2017
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
domingo, 27 de novembro de 2016

Quantos amores jurados pra sempre, quantos você conseguiu preservar?
Onde você ainda se reconhece:
Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantas mentiras você condenava?
Quantas você teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo, eram o melhor que havia em você?"
Oswaldo Montenegro.
sábado, 26 de novembro de 2016
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
SEIVA DE VIDA E PAZ - João Chagas Leite/Silvio Aymone Genro.wmv
Se os senhores da guerra
Mateassem ao pé do fogo
Deixando o ódio pra trás,
Antes de lavar a erva
Mateassem ao pé do fogo
Deixando o ódio pra trás,
Antes de lavar a erva
O mundo estaria em paz!
quinta-feira, 24 de novembro de 2016
terça-feira, 22 de novembro de 2016
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
"Lembrar com amor é oferecer, no coração, um sorriso que se expande. É
um jeito instantâneo e poderoso de prece. É um modo de abraço, não
importa o aparente tamanho da distância, nem as enganosas cercas do
tempo. Lembrar com amor é levar a vida, no exato instante da lembrança,
ao lugar onde a outra vida está e plantar uma nova muda de ternura por
lá."
— Ana Jácomo.
— Ana Jácomo.
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
ECLIPSE...
Quando o Sol e a Lua se encontraram pela primeira vez, apaixonaram-se e a partir daí começaram a viver um grande amor. Acontece que o mundo ainda não existia e quando Deus resolveu criá-lo, deu-lhes então o toque final...o brilho!
Ficou decidido também, que o Sol iluminaria o dia e a Lua a noite, sendo assim, seriam obrigados a viverem separados.
Abateu-se sobre eles uma grande tristeza quando tomaram conhecimento de que nunca mais se encontrariam.
A Lua foi ficando cada vez mais amargurada, mesmo com o brilho que Deus lhe havia dado, e foi-se tornando solitária. O Sol, por sua vez, ganhou um titulo de nobreza, "o astro rei", mas isso também não o fez feliz.
Deus chamou-os e explicou-lhes: Vocês não devem ficar tristes, ambos possuem um brilho próprio. Tu, Lua, iluminarás as noites frias e quentes, encontrarás os apaixonados e serás, diversas vezes, motivo de poesias. Quanto a ti, Sol, sustentarás esse título porque serás o mais importante dos astros, iluminarás a terra durante o dia, fornecerás calor e a tua presença fará as pessoas felizes.
A Lua entristeceu-se muito com o seu terrível destino e chorou...já o Sol, ao vê-la sofrer tanto, resolveu não se deixar abater, pois teria que dar-lhe forças e ajudá-la a aceitar o seu destino. Resolveu fazer-lhe um pedido: Senhor, ajuda a Lua, ela é mais frágil e não suportará a solidão...., e Deus criou então as estrelas, para lhe fazerem companhia. A Lua, quando está muito triste, recorre às estrelas que tudo fazem para consolá-la.
Hoje, eles vivem assim...separados; o Sol finge que é feliz, a Lua não consegue esconder que é triste. O Sol ainda arde de paixão pela Lua e ela ainda vive na escuridão da saudade.
Sol e Lua seguem o seu destino, ele solitário mas forte, ela acompanhada das estrelas, mas fraca.
Acontece que Deus decidiu que nenhum amor, neste mundo, seria de todo impossível, nem mesmo o do Sol e da Lua..., e foi assim que Ele criou o Eclipse!
Hoje, Sol e Lua vivem da espera desse instante, desses raros momentos que lhes foram concedidos.
Quando olhares para o céu, a partir de agora e vires que o Sol encobriu a Lua, é porque ele se deitou sobre ela e começaram a amar-se, e é ao ato desse amor que se deu o nome de Eclipse.
Quando o Sol e a Lua se encontraram pela primeira vez, apaixonaram-se e a partir daí começaram a viver um grande amor. Acontece que o mundo ainda não existia e quando Deus resolveu criá-lo, deu-lhes então o toque final...o brilho!
Ficou decidido também, que o Sol iluminaria o dia e a Lua a noite, sendo assim, seriam obrigados a viverem separados.
Abateu-se sobre eles uma grande tristeza quando tomaram conhecimento de que nunca mais se encontrariam.
A Lua foi ficando cada vez mais amargurada, mesmo com o brilho que Deus lhe havia dado, e foi-se tornando solitária. O Sol, por sua vez, ganhou um titulo de nobreza, "o astro rei", mas isso também não o fez feliz.
Deus chamou-os e explicou-lhes: Vocês não devem ficar tristes, ambos possuem um brilho próprio. Tu, Lua, iluminarás as noites frias e quentes, encontrarás os apaixonados e serás, diversas vezes, motivo de poesias. Quanto a ti, Sol, sustentarás esse título porque serás o mais importante dos astros, iluminarás a terra durante o dia, fornecerás calor e a tua presença fará as pessoas felizes.
A Lua entristeceu-se muito com o seu terrível destino e chorou...já o Sol, ao vê-la sofrer tanto, resolveu não se deixar abater, pois teria que dar-lhe forças e ajudá-la a aceitar o seu destino. Resolveu fazer-lhe um pedido: Senhor, ajuda a Lua, ela é mais frágil e não suportará a solidão...., e Deus criou então as estrelas, para lhe fazerem companhia. A Lua, quando está muito triste, recorre às estrelas que tudo fazem para consolá-la.
Hoje, eles vivem assim...separados; o Sol finge que é feliz, a Lua não consegue esconder que é triste. O Sol ainda arde de paixão pela Lua e ela ainda vive na escuridão da saudade.
Sol e Lua seguem o seu destino, ele solitário mas forte, ela acompanhada das estrelas, mas fraca.
Acontece que Deus decidiu que nenhum amor, neste mundo, seria de todo impossível, nem mesmo o do Sol e da Lua..., e foi assim que Ele criou o Eclipse!
Hoje, Sol e Lua vivem da espera desse instante, desses raros momentos que lhes foram concedidos.
Quando olhares para o céu, a partir de agora e vires que o Sol encobriu a Lua, é porque ele se deitou sobre ela e começaram a amar-se, e é ao ato desse amor que se deu o nome de Eclipse.
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
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