"Ainda bem que sempre existe outro dia.
E outros sonhos.
E outros risos.
E outras coisas.
Ainda bem que existe uma música para cada dia."
sábado, 27 de julho de 2013
quarta-feira, 24 de julho de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
domingo, 21 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
terça-feira, 16 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
domingo, 7 de julho de 2013
David Coimbra - via zh online
— Será que a Banca do Holandês se foi? - indagou um homem de bigode, de uns 40 anos de idade, sem se dirigir a ninguém em especial: deixou a pergunta no ar, e um outro homem, baixinho, com fones de ouvido, tomou-a e respondeu:
— Na Gaúcha está dando que as bancas do centro não foram atingidas.
— Ainda bem — tornou o de bigode. — Eu adoro a linguiça de Gramado.
O que teria sido feito das linguiças de Gramado? E do pão de aipim? E dos tonéis com erva mate da boa? Os antigos gibis do Tex Willer e do Fantasma decerto que se queimaram. No Gambrinus há uma parede que o velho Antônio Dias de Melo fez questão de preservar na última reforma. É uma parede antiga, do século 19, que sobreviveu até ao incêndio de 1912, e nela está pintado Gambrinus, o deus da cerveja. Bem ao lado está pendurada a cadeira em que uma noite sentou-se o Chico Viola, o grande Francisco Alves. Será que ainda restam intactas a cadeira do Chico Viola e a gravura do deus da cerveja? E na loja contígua, no Bar Naval, onde Lupicínio ia bater caixinha de fósforo, será que houve perdas no Bar Naval? E aquelas bancas de venda de peixe que fremem na Semana Santa, ainda estarão de pé? E o café da mokinha? E as bancas de frios em que até a Deborah Secco se deliciou, quando morou em Porto Alegre?
Eram essas as dúvidas da população. Dúvidas que mexiam com suas referências sentimentais, que mexiam com suas lembranças. Com suas vidas, enfim. Ficaram ali, especulando, homens e mulheres, até que, vencida a barreira da meia-noite, uma chuva caudalosa desabou do negro do céu, ajudando o trabalho dos bombeiros e mandando os populares para casa. Foram-se, rapidamente, provavelmente sentindo que um pouco da história deles todos, de todos os porto-alegrenses, não passava, agora, de cinzas. Cinzas e dor.
— Na Gaúcha está dando que as bancas do centro não foram atingidas.
— Ainda bem — tornou o de bigode. — Eu adoro a linguiça de Gramado.
O que teria sido feito das linguiças de Gramado? E do pão de aipim? E dos tonéis com erva mate da boa? Os antigos gibis do Tex Willer e do Fantasma decerto que se queimaram. No Gambrinus há uma parede que o velho Antônio Dias de Melo fez questão de preservar na última reforma. É uma parede antiga, do século 19, que sobreviveu até ao incêndio de 1912, e nela está pintado Gambrinus, o deus da cerveja. Bem ao lado está pendurada a cadeira em que uma noite sentou-se o Chico Viola, o grande Francisco Alves. Será que ainda restam intactas a cadeira do Chico Viola e a gravura do deus da cerveja? E na loja contígua, no Bar Naval, onde Lupicínio ia bater caixinha de fósforo, será que houve perdas no Bar Naval? E aquelas bancas de venda de peixe que fremem na Semana Santa, ainda estarão de pé? E o café da mokinha? E as bancas de frios em que até a Deborah Secco se deliciou, quando morou em Porto Alegre?
Eram essas as dúvidas da população. Dúvidas que mexiam com suas referências sentimentais, que mexiam com suas lembranças. Com suas vidas, enfim. Ficaram ali, especulando, homens e mulheres, até que, vencida a barreira da meia-noite, uma chuva caudalosa desabou do negro do céu, ajudando o trabalho dos bombeiros e mandando os populares para casa. Foram-se, rapidamente, provavelmente sentindo que um pouco da história deles todos, de todos os porto-alegrenses, não passava, agora, de cinzas. Cinzas e dor.
sábado, 6 de julho de 2013
Textos do espírito Helder Camara
É a nossa juventude, em sua maioria, sendo despertada para sua realidade social. Que maravilha ver uma manifestação pacífica, sem ódios, e cheia de patriotismo, cheia de nacionalismo, não aquele radical, mas de amor ao seu País.
É muito bom ver a juventude novamente nas ruas, andava com saudade disso. Os jovens estavam enfurnados em boates, dispersos, mas agora não, eles estão juntos a reivindicar melhores dias para toda a gente.
Ah! Que maravilha ver a cara dos políticos do País com tudo isso que está acontecendo. Eles estão atônitos sem saber o que fazer e o que dizer. Sabem que não cumpriram o seu dever moral de representar bem o povo e é, por isso, que a população está pegando de volta o mandato que lhes concedeu.
É claro que tudo isso precisa de um freio de arrumação. Não é possível mais ver tanto descaso com o dinheiro público. Não se pode ver mais tanto sofrimento de nosso povo sem condições de viver com dignidade.
Isto é tudo um começo.
Eu disse que o mundo vai mudar, vai mudar, vai mudar...mas poucos estavam prestando atenção e olha aí uma amostra do que virá. O mundo vai virar de ponta cabeça, não é assim que se diz?
As velhas estruturas estão por demais ultrapassadas e exigem renovação imediata. Eu aqui já arrumei as minhas tralhas mentais e joguei fora e você o que está fazendo com o lixo mental que ainda inferniza a sua mente?
Quando cito estas coisas eu falo das ideias novas que devemos colocar neste novo mundo que se inicia. Não é simplesmente uma reciclagem de ideias, é uma completa varredura no que fazíamos para colocar algo absolutamente novo, inédito.
As novas ideias que falo diz respeito ao novo mundo que se constrói. No caso da política, a democracia ativa é uma novidade que veio para chegar e não é somente aqui no Brasil. Na Europa já se respira esta nova realidade há bastante tempo e não vai parar por aí.
Os políticos, meus amigos, terão que ser representantes, de fato, do povo, mas o povo terá mais condições de mudá-los e não apenas esperarão por quatro, cinco, seis anos, o que seja, até porque o povo irá monitorar as ações dos seus representantes 24 horas e se sair do que a maioria pensa os tirarão imediatamente.
Democracia ativa representa um novo conceito de política para os dias atuais, mas nada diferente daquilo que já se exercitava na velha Grécia de Sócrates e Platão. É o recomeço em novas bases, agora com a ajuda da tecnologia e em dimensões inimagináveis por aqueles filósofos do amanhã.
Muita coisa vai mudar e eu vou monitorá-los de informação do lado de cá da vida. A política é apenas uma face destas mudanças transformacionais.
Não vai parar, não vai parar...
Um abraço,
Helder Camara
sábado, 29 de junho de 2013
sexta-feira, 28 de junho de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
terça-feira, 11 de junho de 2013

Se Deus existe quando ele me criou, determinou: com essa menina vai ser tudo ao contrário, tudo diferente, incomum. Nenhuma história simples, nada dentro do padrão e ela que se vire, dê um jeito, tire proveito.
Sei lá deve ter um propósito né?
Vai saber por que comigo tudo é assim, vai saber afinal o que a vida quer de mim. Sorte minha é que na receita ele colocou uma dose generosa de coragem.
Andréa Beheregaray
domingo, 9 de junho de 2013
Ou quer e vem, ou não me quer e não vem. Mas que me diga logo pra que eu possa desocupar o coração. Avisei que não dou mais nenhum sinal de vida. E não darei.
Não é mais possível. Não vou me alimentar de ilusões.
Prefiro reconhecer com o máximo de tranquilidade possível que estou só do que ficar a mercê de visitas adiadas, encontros transferidos. Caio Fernando Abreu
Não é mais possível. Não vou me alimentar de ilusões.
Prefiro reconhecer com o máximo de tranquilidade possível que estou só do que ficar a mercê de visitas adiadas, encontros transferidos. Caio Fernando Abreu
sábado, 8 de junho de 2013
"Ao fazer a oferenda de lamparinas, temos a intenção de que a luz disperse a escuridão de nossa ignorância e dê lugar à clareza e à sabedoria. Pensamos nos seres que sofrem e desejamos que seus tormentos sejam suavizados.
Aspiramos que todos os seres possam ter clareza mental para descobrir as causas da felicidade duradoura nas ações virtuosas de corpo, fala e mente."
Chagdud Tulku Rinpoche
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Mario Quintana
POEMINHA DO CONTRA
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
Mario Quintana
quinta-feira, 6 de junho de 2013
quarta-feira, 5 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
Estrelas...
“Estrelas no céu e amores distantes,
ambos tão longe e ainda conseguem
iluminar a nossa escuridão.”
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Mãos que falam
MÃOS QUE FALAM
Sem palavras
Sem medo
Sem preconceito
Em perfeita doação
Tocam o coração singelamente.
Mãos benditas de mulher mãe,
De mãe mulher acolhedora.
Mãos calejadas...
Mãos que as linhas de expressão encobriram o tempo.
Mãos de talento, de alento.
Simplesmente faz sem nada falar!
Prontamente se se estende sem precisar clamar.
Mãos que fazem por amor
Mãos que amam por amar fazer.
Nem poesia,
Nem melodia.
Apenas um gesto!
Som que se mistura ao perfume e
Silenciosamente fala...
É bendita, abençoada criatura
Mãos, pura de bondade
Estendida, tal como a própria mão de Deus.
Mãos que falam em silencio,
Que rezam e contam as contas da corrente da dor
Mão, simplesmente mãos de amor estendidas.
Rosilene Gauer
domingo, 2 de junho de 2013
Caio F. Abreu
Quero Voce. Eu Quero. Quero manha de domingo. Quero cama desarrumada, Lençol, café e Travesseiro. Quero Seu beijo. Quero Seu cheiro. - Caio Fernando Abreu Deus
sábado, 1 de junho de 2013
"Poderíamos casar, teríamos uma casinha, tomaríamos café as cinco da tarde, discordaríamos quanto a cor das cortinas, não arrumaríamos a cama diariamente, a geladeira seria repleta de congelados e coca-cola, o armário, de porcarias, adiaríamos o despertador umas trinta vezes, sentaríamos na sala de pijama e pantufas, sairíamos pra jantar em dia de chuva e chegaríamos encharcados, nos beijaríamos no meio de alguma frase, você pegaria no sono com a mão no meu cabelo e eu, escutando sua respiração...
sexta-feira, 31 de maio de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
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